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As piores atitudes femininas sobre disfunção erétil

É muito comum que homens sofram com a temida disfunção erétil. Isso acontece porque em algum momento de suas vidas, alguns homens, podem ter passado por traumas ou alguma doença que afete seu funcionamento orgânico, causando assim a “falha” do desenvolvimento esperado durante o sexo. Mas, o que fazer quando isso acontecer? Qual é a atitude que mulheres devem ter em relação a isto? E porque elas nem sempre são positivas?

Seja lá qual for o motivo pelo qual seu parceiro sofre com essa disfunção, aqui estão algumas atitudes que não devem ser tomadas na hora “h”.

Comparações

Por mais decepcionante que a situação possa ser, em hipótese alguma compare. Não interessa a vontade que você sente em dizer algo do tipo, como outras vezes que foram melhores que essa, com o mesmo parceiro, com o seu ex ou até mesmo nos filmes de sua preferência. As pessoas não são iguais e estamos em constante mudança a todo o tempo. A comparação causa frustração e até mesmo ciúmes e pode prejudicar a atual relação e próximas. Lembre-se que ninguém gosta de ser comparado, até mesmo você em situações diferenciadas.

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Mulheres se sentem afetadas positivamente ou negativamente o tempo todo quando são comparadas com alguma outra nem que o âmbito não seja sexual. A comparação não é nada mais do que não fazer com o outro aquilo que não quer que façam com você.

Irritação

A irritação pode causar medo e aversão sexual. Quando o seu parceiro não corresponder às expectativas o correto é não se irritar, independente se o pensamento seja que ele talvez esteja pensando em outra pessoa ou quando sentir que você não é boa o suficiente para estimular o órgão do parceiro ao máximo como esperava. Essa atitude e demonstração pode fazer com que a disfunção seja ainda mais presente ao invés de revertida , o que pode trazer ainda mais irritação em outras tentativas, isso se elas existirem depois da consequência dessa atitude tomada.

Nenhum homem está feliz com essa disfunção presente no cotidiano, muito menos na hora do sexo, onde por mais esforço que ele tenha muitas vezes o estimulo não é concluído pelo seu organismo. A irritação vai além disso, causando a trava total e desesperança na tentativa. Não se irrite! Essa atitude não leva a nada. Sua irritação pode fazer o parceiro se afastar e culpar-se para o resto da vida.

Abandonar a situação

Não abandone a cama. Para que seja considerado sexo um parceiro nesta tentativa precisa existir. O abandono da função de cumplicidade causa constrangimento e sensação traumática de descaso do parceiro.

Não perca o pic ! Para a melhora da disfunção é essencial que o portador se sinta desejado independe da sua desenvoltura na cama, pois embora a ereção possa não existir o desejo de melhora e a satisfação da parceira escolhida para o sexo é importante para ele, mesmo que isso pareça confuso. Estar tentando já é algo contrário ao abandono.

Tentar novamente

Por mais que você ou o parceiro queiram, as vezes pedir novamente mais uma tentativa pode ser frustrante. Depois de algumas tentativas isso começa a soar como uma cobrança e não como um pedido, que por mais que queiram, as vezes não pode ser atendido. O portador da disfunção pode sentir-se mais nervoso e ansioso sobre falhar de novo, decepcionando assim não só a si próprio como também a parceira.

Transformar a ocasião em discussão

A famosa DR (discussão de relação) pode ser e é saudável quando um dos parceiros consegue distinguir a hora certa de se fazer isso. Sentar e conversar sobre a discussão erétil deve ser uma atitude a ser tomada quando os nervos não estão a flor da pele .

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Numa relação sexual a expectativa pode se tornar muito grande e as palavras podem sair descontroladamente da sua boca não só no intuito de diálogo, mas podem também ocasionar o acontecimento de todas as más atitudes citadas a cima. É valido também preferir que a escolha de conversar sobre o assunto seja a do portador da disfunção para que tudo o que seja falado não soe como uma decepção e um peso a ser tomado na relação do casal.

Que atitude tomar, então?

Se houver a oportunidade após a tentativa, vale ser desinibida o suficiente para questões de curiosidades fantasiosas e conversas descontraídas, mas claro que sem pressionar . Também reconheça que o corpo humano não é uma máquina com o botão de liga e desliga incluso nele.

Se realmente se importa com seu parceiro, faça com que ele se sinta acolhido, respeite seus limites nesta disfunção e depois pesquise sobre tudo o que lhe ocorreu. Saiba oferecer ajuda e apoio necessário para que o seu parceiro não desista de se tratar física ou psicologicamente.



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